terça-feira, agosto 19, 2008

E já agora...




Voltando à vaca fria e em resposta à minha amiga Paula, ok, o que é que está errado aqui? Ou melhor, o que interessa mais? A maior atleta portuguesa desde Rosa Mota, que, DE FACTO, ganhou uma medalha de prata, ou o jogador argentino que o Real Madrid segue (gargalhada) e que PODERÁ ganhar uma medalha?

5 comentários:

Anónimo disse...

Uau, um post em resposta a um comentário meu. Não mereço. A sério, ninguém merece!
Não querendo entrar em questões como o facto que esta pirraça seria melhor dirigida a outras pessoas e não defendendo a capa do Di Maria, apelo à questão da proximidade e nacionalidade para defender o meu comentário anterior. No caso de uma escolha entre o Phelps=americano vs Fernandes=portuguesa com certeza que era ELA que iria parar à capa. O mesmo se aplica ao jogo do Sporting e do FC Porto e ao tal do Djaló. Temos pena, mas ainda acho que interessa mais do que os olímpicos todos juntos portugueses ou estrangeiros.
Agora se o jornal onde trabalhas tem uns valores notícia marados, tens bom remédio...

Posso ficar como anónima desta vez? Detesto ter o meu nome incluído em posts menos simpáticos.

Eu disse...

Menos simpáticos? Ok, da próxima vez meto um :) para se perceber que era amigável.

PS: a proximidade geográfica é cada vez menos importante nesta era de globalização. A proximidade cultural é muito mais importante. Agora pergunto, o que é mais relevante? O atleta do século ou um futebolista de um clube menor do contexto europeu que daqui a 10 anos já só os lagartos ferrenhos se lembrarão?

Anónimo disse...

"A proximidade cultural é muito mais importante." ROFL!!!Nos jornais desportivos?! ROFL!

Paula

Eu disse...

O futebol é um fenómeno cultural, antropológico e sociológico. Tal como a tourada. Goste-se ou não (e eu não gosto). Quase tudo o que é humano é cultural.

Anónimo disse...

Então se a proximidade cultural é mais importante e neste caso o futebol neste país é o que é, a capa com a tal do Djaló justifica-se. Capas com o Reyes no dia a seguir ao Nélson Évora se ter tornado no quarto campeão olímpico português é que são totalmente incompreensíveis.

Paula